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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Eu. Odeio. Gente Incompetente.

Sim, meses ausente e, quando volto, já chego reclamando. Cês já me viram fazendo coisa melhor do que achar defeito em alguma coisa? Pois é. Deixa eu com meus talentos, esse e o de mudar de assunto como quem respira, que é o que farei em 3... 2... JÁ!

Mas então, minha gente... Que que contam? De mim, não muito... [mentira, coisa bagaray] Contrariando as esperanças de muitos, morri não. Tô vivona, trabalhando feito mula [ainda que não puxando carroça, como diz sogrão] e malhando as tripas. SIM, entrei pro diacho da cadimia, e ó, falar uma coisa... AQUILO NÃO É DE DEUS. Tá, o depois compensa, mas pota que lo parío, aula de aeróbica é uma coisa que eu só desejo pra... gente incompetente. [e ah, cês sabem a que eu normalmente me refiro quando me revolto com essas coisas, não me obriguem a entrar em detalhes].

Anyway, o tempo urge e a sapucaí é grande, nem se eu [e você quisesse conseguiria atualizar os meses de silência agora... então vou lá dar mais umas 23098395647 aulas e, quem sabe agora que destravei essa bodega, em breve eu volto com mais desinteressantíssimas notícias.

Hasta!

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

início de pré-balanço

Mas não, não é o fatídico balanço de fim de ano. Nem de desempacotar a mudança de volta eu terminei ainda [sim gente, voltei de Rio do Sul já...], vou ter cabeça pra fazer balanço de 2011? Tenha dó. Mas hoje comecei, mais do que só devolver tudo pro guardarroupa [aargh, não me acostumo a escrever isso!], faxinar o que definitivamente deve desaparecer pra abrir espaço [pra coisas novas, pra destrancar a vida e blá blá blá]. Enfim comecei provando todas as calças jeans que vi pela frente [as que passaram do joelho, ao menos]. Então, disso, resultaram 3 pilhas: a do descarte, a do uso e a do incentivo [boa, vai dizer! Mas se não entendeu, continua lendo]. 

A do descarte foi a mais fácil: tem coisa ali com uns 12 anos de existência, sem exagero: aquelas calças lindas e mó legais que eu usava e mais ninguém tinha igual, que eu vinha guardando há uns 3 ou 9 anos mesmo depois de não servirem mais e da banha passar do estágio reversível necessário, porque ‘o modelo é demais, preciso mandar fazer outra igual!’. Pois bem, hoje decidi que vou toscamente desenhá-las e guardar meia dúzia de folhas de papel em vez de quilos de tecido inutilizado. Pra bom costureiro, um desenho capenga basta [assim espero]. 

A do uso: tá, confesso que não provei tudo, porque convenhamos: a calça que usei ontem ainda serve, né? Então parti pr'aquelas mais ‘problemáticas’: As que fecham ok voltaram sem pestanejar, de duas eu abri as pences e também puderam voltar pra mesma pilha [mas só usarei com blusas que cobrirem as marcas, porque marca de pence é atestado de banha adquirida]. Uma ou duas serão dispensadas, e aquelas muito boas, muito legais, que falta uns dois dedinhos pra não me sufocar geraram a solucionática... 

Pilha do incentivo! Não é linda a ideia? Essa pilha vai, aliás, ficar na frente da prateleira, pra eu ver sempre que abrir o armário e não esquecer que, com míseros 5kg [pra começar, a meta final é 8, quiçá 10] a menos, elas voltam a ser tão confortáveis como bonitas e quem sabe até mais favoráveis, visto que não pretendo perder bunda, e sim pança. [Em tempo: ainda poderia ter surgido a intermediária, entre o uso e o incentivo. Mas concluí que seria pilha demais e decisão de menos, no fim das contas. Então aquelas que uma blusinha solta disfarça são de uso, e ponto].

E no fim, a melhor conclusão de todas [ao menos financeiramente]: descobri que, quantitativamente falando, não preciso comprar jeans. Tenho 9 na pilha de uso, mais 6 na do incentivo. Ok, admito que uma ou outra ainda permaneça por valor sentimental, mas deixa eu. Como eu disse no início, tenho ali umas peças únicas, cada uma com sua lembrança específica. Não é fácil se desligar de tanta coisa de uma vez só. Só sei que foi um passo enorme decidir – e efetivamente separar – as 10 peças que compõe a pilha do descarte. Porque amanhã é o dia das blusas e só deus sabe o que mais vou refletir a respeito.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Na boa,

Esse mundo tá todo errado, viu.
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E a sensação se intensifica quando tudo o que você mais precisa é de um abraço e que ALGUMA COISA faça algum sentido.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Dancin' with the devil's past has never been too fun


Porque revirar passado nunca presta mesmo; mas e quando você teima, vai lá, fuça fuça fuça, e lembra que o tempo pôs algumas gravidades [bem graves] em perspectiva? Aí fica a indecisão: [a]meu deus, que bom que tinha praticamente esquecido disso. [b] ah, se abrandou, não era mesmo big deal. [c] trouxa estúpida do caramba, como é que tu foi relevar isso, sua imbecil retardada mental?
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Resta então...sei lá o que resta. No meu caso, esperar músculos recobrarem a consistência habitual, tomar um dramin e dormir até esquecer de novo, porque é isso ou mandar tudo pro inferno.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Segunda-Feira Blues

Oh, wait: só depois de titular o texto me dou conta de que existem duas músicas com esse nome [segunda-feira blues I e, obviamente, segunda-feira blues II]. Nem pra isso eu presto mais.

E a sensação é essa mesmo: não presto pra mais nada. Pior ainda é perceber, no meio disso, como sou influenciada por pessoas geniais [Tati Bernardi, por exemplo, que escreveu um livro chamado, veja só, A Mulher que não prestava - e a melhor amiga me deu de aniversário, por quê será?] e não faço absolutamente nada que preste com essas influências fenomenais.

Eu leio os blogs favoritos como São Botequim e SublimeSucubus e Dois Cigarros e um Café e fico pensando como Fabrício, Carrie e Cristal são fodas, e como eu queria que meus lampejos parecidos [tá, parei] durassem mais que o tempo de uma epifania que ninguém lê, e no fundo o que eu deveria admitir é só que eu adoraria ter mais pessoas espirituosas e inteligentes como eles por perto. Minha turma é legal [apesar do sistema maus e blá blá blá], mas no fundo bem no fundinho eu não tenho uma tchurma  pra chamar de minha. Turma imaginária não se qualifica, gente.

Nada muito imaginário serve pra alguma coisa nessa vida, aliás, eu não me chamo Nayana Silva e Silva pra poder viver no mundo da imaginação, e esse blog não é um gravador em que eu registro esses devaneios. A realidade é que estou aqui gastando além do necessário pra fazer algo que será muito brevemente esquecido, que não será comentado, que sequer se encaixa na categoria 'relevante', mas a gente sempre finge que tem alguma importância, senão a casa cai e o vidrinho de ansiolítico esvazia rapidinho.
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No mais, acho que essa agonia toda acaba, no mínimo, despertando em mim uma urgência feroz de dar um novo rumo pra vida, mas eu meio que paraliso quando percebo a tarefa de Hércules que parece ser mudar o que precisa ser mudado sem deixar pra trás o que -e quem- se quer levar junto pra próxima fase desse joguinho chato e repetitivo que chamam de vida. Afinal, como cantou Humberto Gessinger na música que empresta título a esse texto, as boas novas eram só boatos.


sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Nayana: Gente, que é que 'cês tem? tão me olhando com uma cara estranha...

Aymê: cara de mamão?
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=)

Hugh Laurie deve ser ruim de cama

Porque ele é om ótimo ator [duh, ele é o House!]; é também um escritor de primeira [Vendedor de armas ainda ressoa na minha memória]; E agora lançou Let Them Talk, um modesto CD com 15 faixas. Uma melhor que a outra, tipo essa:




You don't know my mind

Walking down the levee with my head hangin' low
Looking for my mama but she ain't here no more
Baby you don't know, you don't know my mind
When you see me laughing, I'm laughing just to keep from crying

She won't cook my dinner, won't wash my clothes
Won't do nothing but walk the road
Baby you don't know, you don't know my mind
When you see me laughing, I'm laughing just to keep from crying

My breakfast on the table and my coffee's getting cold
And mama's in the kitchen getting a sweet papa talk
Baby you don't know, you don't know my mind
When you see me laughing, I'm laughing just to keep from crying

Sometimes I think my baby's too good to die
Sometimes I think she should be buried alive
Baby you don't know, you don't know my mind
When you see me laughing, I'm laughing just to keep from crying

I wish I had a nickel, I wish I had a dime
I wish I hadn't give myself a fabulous time
Baby you don't know, you don't know my mind
When you see me laughing, I'm laughing just to keep from crying

Look at you mama, see what you got it done
You got my money now you broke and run
Baby you don't know, you don't know my mind
When you see me laughing, I'm laughing just to keep from crying

You made me get mad and you made me get sad
Going get tougher than you have ever had
Baby you don't know, you don't know my mind
When you see me laughing, I'm laughing just to keep from crying
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Sério, alguma errada ele tem que fazer. 

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Tantos amigos. Tantos lugares. Tantas frases e livros e sentidos. Tantas pessoas novas. Indo. Vindo. Tenho só um mundo pela frente. E olhe pra ele. Olhe o mundo! É tão pequeno diante de tudo o que sinto. Sofrer dói. Dói e não é pouco. 
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Ai, Caio.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Como uma vez disse o amado Caio F.:

Eu tenho uma sensação meio de amargura, de fracasso. Você me entende? Como se tivesse a obrigação de ter sido, ou tentado ser, outra pessoa.

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Só preciso de alguns abraços queridos, a companhia suave, bate-papos que me façam sorrir, algum nível de embriaguez e a sincronicidade.
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E de um pingo de vergonha na cara de quem não tem culhão pra ser direto, se não for pedir demais.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Hoje não rolou nenhuma pérola,

Mas preciso compartilhar que meus aluninhos amados escreveram compositions pra lá de fofas, transbordando seus talentos pra me fazer rir e quase chorar também... 
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Sim, eu sou sentimental e, pra esculhambar de vez, professora coruja. Shame on me.