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quarta-feira, 2 de maio de 2012

"Look at my cola!"

[CHARNESKI, 2012] : Aluninha linda mostrando o resuminho que fez sobre a unidade 14, pra consultar fazendo os exercícios.
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Viu gente, esse é o tipo de aluno que a gente gosta.

terça-feira, 27 de março de 2012

vertigem. posicional. paroxística. benigna.

Caso me vejam por aí com a cabeça pendendo pro lado esquerdo, é porque tô quesse negócio aê [no lado direito]. Mas ó, benigno, tá ali no nome. Sexta faço uma manobra [juro, o nome é esse mesmo, ma-no-bra] pra corrigir essa merda e passo o fim de semana com o pescoço imobilizado. E assim perde-se uma semana de academia, e três aulas de power pilates [sexta passada, feriado; essa sexta, manobra; sexta que vem, feriado de novo]. 
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Por essas e outras que tô pensando em mudar o foco desse blog e falar exclusivamente de desgraça, porque em desgraça alheia ninguém põe olho gordo, né? E não que eu me considere invejada nem nada do gênero [porque só doido mesmo pra invejar tanta merda, vamcombiná], mas que lo hay, lo hay.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Daí que

Cê tá lá, praticamente oferecendo uma fatia do pâncreas em troca do seu pijama e da sua cama, quando seu chefe passa cantando "pequeno pôôôneeei, pequeeeno pôôneei...".

Nada mais faz sentido nesse mundo, gente. Nada. Mas oque importa é sexta que vem ser feriado e eu poderei dormir infinitamente. Mas só até a hora de trabalhar no sábado.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Black Again

When you're fed up and lonely
And nothing else seems to matter really

I'll be here waiting for the
Black cloud to leave you
I'll be here to hold your hand
When you're tired and lonely

Hold your breath underwater
And know you'll rise to the
Surface slowly

Think of me as a ship that might hold you

Carry you to the shore
When you're tired and lonely

She can't eat
She can't sleep
She's not well (she's lonely again)
She can't breathe
She's in bed
She's in hell (she's lonely again)

But she'll never
Really be alone
As long as I'm beside her

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Na verdade Blue, mas Black tá no título da música, fazer o quê...

Porque às vezes tu só precisas que alguém te cante algo bonitinho assim. Ou, parafraseando Caio, quem sabe seja só uma questão de precisar de outros lugares, de [algumas] outras pessoas e de bebidas mais fortes.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Eu. Odeio. Gente Incompetente.

Sim, meses ausente e, quando volto, já chego reclamando. Cês já me viram fazendo coisa melhor do que achar defeito em alguma coisa? Pois é. Deixa eu com meus talentos, esse e o de mudar de assunto como quem respira, que é o que farei em 3... 2... JÁ!

Mas então, minha gente... Que que contam? De mim, não muito... [mentira, coisa bagaray] Contrariando as esperanças de muitos, morri não. Tô vivona, trabalhando feito mula [ainda que não puxando carroça, como diz sogrão] e malhando as tripas. SIM, entrei pro diacho da cadimia, e ó, falar uma coisa... AQUILO NÃO É DE DEUS. Tá, o depois compensa, mas pota que lo parío, aula de aeróbica é uma coisa que eu só desejo pra... gente incompetente. [e ah, cês sabem a que eu normalmente me refiro quando me revolto com essas coisas, não me obriguem a entrar em detalhes].

Anyway, o tempo urge e a sapucaí é grande, nem se eu [e você quisesse conseguiria atualizar os meses de silência agora... então vou lá dar mais umas 23098395647 aulas e, quem sabe agora que destravei essa bodega, em breve eu volto com mais desinteressantíssimas notícias.

Hasta!

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

início de pré-balanço

Mas não, não é o fatídico balanço de fim de ano. Nem de desempacotar a mudança de volta eu terminei ainda [sim gente, voltei de Rio do Sul já...], vou ter cabeça pra fazer balanço de 2011? Tenha dó. Mas hoje comecei, mais do que só devolver tudo pro guardarroupa [aargh, não me acostumo a escrever isso!], faxinar o que definitivamente deve desaparecer pra abrir espaço [pra coisas novas, pra destrancar a vida e blá blá blá]. Enfim comecei provando todas as calças jeans que vi pela frente [as que passaram do joelho, ao menos]. Então, disso, resultaram 3 pilhas: a do descarte, a do uso e a do incentivo [boa, vai dizer! Mas se não entendeu, continua lendo]. 

A do descarte foi a mais fácil: tem coisa ali com uns 12 anos de existência, sem exagero: aquelas calças lindas e mó legais que eu usava e mais ninguém tinha igual, que eu vinha guardando há uns 3 ou 9 anos mesmo depois de não servirem mais e da banha passar do estágio reversível necessário, porque ‘o modelo é demais, preciso mandar fazer outra igual!’. Pois bem, hoje decidi que vou toscamente desenhá-las e guardar meia dúzia de folhas de papel em vez de quilos de tecido inutilizado. Pra bom costureiro, um desenho capenga basta [assim espero]. 

A do uso: tá, confesso que não provei tudo, porque convenhamos: a calça que usei ontem ainda serve, né? Então parti pr'aquelas mais ‘problemáticas’: As que fecham ok voltaram sem pestanejar, de duas eu abri as pences e também puderam voltar pra mesma pilha [mas só usarei com blusas que cobrirem as marcas, porque marca de pence é atestado de banha adquirida]. Uma ou duas serão dispensadas, e aquelas muito boas, muito legais, que falta uns dois dedinhos pra não me sufocar geraram a solucionática... 

Pilha do incentivo! Não é linda a ideia? Essa pilha vai, aliás, ficar na frente da prateleira, pra eu ver sempre que abrir o armário e não esquecer que, com míseros 5kg [pra começar, a meta final é 8, quiçá 10] a menos, elas voltam a ser tão confortáveis como bonitas e quem sabe até mais favoráveis, visto que não pretendo perder bunda, e sim pança. [Em tempo: ainda poderia ter surgido a intermediária, entre o uso e o incentivo. Mas concluí que seria pilha demais e decisão de menos, no fim das contas. Então aquelas que uma blusinha solta disfarça são de uso, e ponto].

E no fim, a melhor conclusão de todas [ao menos financeiramente]: descobri que, quantitativamente falando, não preciso comprar jeans. Tenho 9 na pilha de uso, mais 6 na do incentivo. Ok, admito que uma ou outra ainda permaneça por valor sentimental, mas deixa eu. Como eu disse no início, tenho ali umas peças únicas, cada uma com sua lembrança específica. Não é fácil se desligar de tanta coisa de uma vez só. Só sei que foi um passo enorme decidir – e efetivamente separar – as 10 peças que compõe a pilha do descarte. Porque amanhã é o dia das blusas e só deus sabe o que mais vou refletir a respeito.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Na boa,

Esse mundo tá todo errado, viu.
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E a sensação se intensifica quando tudo o que você mais precisa é de um abraço e que ALGUMA COISA faça algum sentido.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Dancin' with the devil's past has never been too fun


Porque revirar passado nunca presta mesmo; mas e quando você teima, vai lá, fuça fuça fuça, e lembra que o tempo pôs algumas gravidades [bem graves] em perspectiva? Aí fica a indecisão: [a]meu deus, que bom que tinha praticamente esquecido disso. [b] ah, se abrandou, não era mesmo big deal. [c] trouxa estúpida do caramba, como é que tu foi relevar isso, sua imbecil retardada mental?
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Resta então...sei lá o que resta. No meu caso, esperar músculos recobrarem a consistência habitual, tomar um dramin e dormir até esquecer de novo, porque é isso ou mandar tudo pro inferno.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Segunda-Feira Blues

Oh, wait: só depois de titular o texto me dou conta de que existem duas músicas com esse nome [segunda-feira blues I e, obviamente, segunda-feira blues II]. Nem pra isso eu presto mais.

E a sensação é essa mesmo: não presto pra mais nada. Pior ainda é perceber, no meio disso, como sou influenciada por pessoas geniais [Tati Bernardi, por exemplo, que escreveu um livro chamado, veja só, A Mulher que não prestava - e a melhor amiga me deu de aniversário, por quê será?] e não faço absolutamente nada que preste com essas influências fenomenais.

Eu leio os blogs favoritos como São Botequim e SublimeSucubus e Dois Cigarros e um Café e fico pensando como Fabrício, Carrie e Cristal são fodas, e como eu queria que meus lampejos parecidos [tá, parei] durassem mais que o tempo de uma epifania que ninguém lê, e no fundo o que eu deveria admitir é só que eu adoraria ter mais pessoas espirituosas e inteligentes como eles por perto. Minha turma é legal [apesar do sistema maus e blá blá blá], mas no fundo bem no fundinho eu não tenho uma tchurma  pra chamar de minha. Turma imaginária não se qualifica, gente.

Nada muito imaginário serve pra alguma coisa nessa vida, aliás, eu não me chamo Nayana Silva e Silva pra poder viver no mundo da imaginação, e esse blog não é um gravador em que eu registro esses devaneios. A realidade é que estou aqui gastando além do necessário pra fazer algo que será muito brevemente esquecido, que não será comentado, que sequer se encaixa na categoria 'relevante', mas a gente sempre finge que tem alguma importância, senão a casa cai e o vidrinho de ansiolítico esvazia rapidinho.
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No mais, acho que essa agonia toda acaba, no mínimo, despertando em mim uma urgência feroz de dar um novo rumo pra vida, mas eu meio que paraliso quando percebo a tarefa de Hércules que parece ser mudar o que precisa ser mudado sem deixar pra trás o que -e quem- se quer levar junto pra próxima fase desse joguinho chato e repetitivo que chamam de vida. Afinal, como cantou Humberto Gessinger na música que empresta título a esse texto, as boas novas eram só boatos.


sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Nayana: Gente, que é que 'cês tem? tão me olhando com uma cara estranha...

Aymê: cara de mamão?
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=)